DeRose e o segredo do chai

DeRose fala ao joranal Gazeta do Povo sobre o chai e sua tradição na Índia.

Clique na imagem para ler a reportagem.

Cerimônia de encerramento da Campanha do Agasalho tem presença do Governador de São Paulo

José Serra, atual governador do Estado de São Paulo, esteve presente na cerimônia de encerramento da Campanha do Agasalho, promovida pelo Fundo Social de Solidariedade e realizada na tarde de hoje, 29/7, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

Serra disse estar muito impressionado com o resultado obtido este ano com o volume de arrecadações com agasalhos e cobertores: “Isso só demonstra o aumento da consciência das pessoas para os problemas sociais”, ressaltou.

Durante seu breve discurso agradeceu a todos os envolvidos, desde as parcerias com as empresas que ajudaram na divulgação da campanha pelo Estado, como a agência de publicidade DPZ e a empresa Kablin, como também ao ator Dan Stulbach, garoto-propaganda da Campanha, que tinha como slogan Quanto mais gente, mais quente. Serra ainda brincou que “se o clima era aquecer, este ano a campanha ferveu!”

Além do governador falou também a primeira-dama do Estado, Da. Monica Serra, que também preside o Fundo de Solidariedade. Durante seu discurso enfatizou que atualmente quem dá o start à Campanha do Agasalho é a própria sociedade e que com as arrecadações suprem-se não somente os necessitados do Estado como também emergências que por ventura ocorram em outras regiões.

Durante a cerimônia tivemos a participação do Grupo Roda Brasil, que fez apresentações circenses e teatrais, dando um ar mais descontraído e divertido ao evento. Foram eles também que trouxeram o resultado obtido em 2009 com a arrecadação da Campanha: 23.145.000 agasalhos! (veja foto).

A Campanha do Agasalho é promovida há 13 anos e desde seu primeiro ano vem quebrando recordes de arrecadação.

A Rede DeRose participa ativamente do processo de arrecadações para o Fundo de Solidariedade desde 2004, tendo as Unidades credenciadas como postos de arrecadação todos os anos.

Postado por Cherrine Cardoso

Fotos de Fabrício Ferrari

Grupo Roda apresentando o número de agasalhos arrecadados em 2009
Grupo Roda apresentando o número de agasalhos arrecadados em 2009

DeRose Method na Time Out

As aulas de Marcelo Tessari, no Central Park estão com força total e foram noticiadas pela mais importante revista de eventos de NY, a Time Out.

Time Out - Method DeRose no Central Park, NY

Time Out - Method DeRose no Central Park, NY

Veja o link http://newyork.timeout.com/events/classes-workshops/291261/derose-method-classes.

Por Marina Engler

Vegetarianismo reconhecido oficialmente como benéfico para a saúde

Foi divulgado hoje no blog do DeRose uma reportagem do Jornal O Globo sobre a alimentação vegetariana ser reconhecida como benéfica para a saúde em todas as fases da vida, inclusive para atletas.

Reportagem do Jornal O Globo sobre vegetarianismo

Reportagem do Jornal O Globo sobre vegetarianismo

Acesse o link  abaixo para acessar a reportagem no site do Jornal O Globo:
Fonte:
Por Marina Engler

Artigo sobre o Método DeRose na Revista OSX de Buenos Aires

Clique na imagem para ler o artigo.

 

Por Martín Pereira, instrutor da Sede Palermo de Buenos Aires

www.metododerosepalermo.com.ar/

www.metododerosepalermo.com.ar/blog/

www.metododerose.com.ar

Oro 1702, Palermo Soho.

+54  11  4778 3805  

Publicado pela revista dos Vegetarianos, Leaders Magazine e portais da Internet no mês de maio

Você nunca se sentiu em vão, buscando algo que sabe que nunca  encontrará, mas ainda assim jamais ousou desistir?

Recentemente, em um almoço com meu amigo Marcão, editor da Revista dos Vegetarianos, comentei que estava irritado e pasmo com o não comprometimento e excelência por parte da maioria das pessoas que estavam trabalhando na construção da nova sede de minha escola em São Paulo e que instigado por isso, iria escrever sobre algum assunto correlato; ele me deu todo o apoio, pois disse que assim, estaríamos alinhados com o adágio que permeia a Editora Europa: a busca da excelência!

“Observe esta flor, é perfeita! Podemos passar a vida inteira atrás de uma dessas e mesmo que nunca a encontremos, nossas vidas não terão sido em vão”. Com esta belíssima explanação, Mestre Katsumoto tenta, nas entrelinhas, ensinar o capitão Nathan Algren, personagem de Tom Cruise no filme o Último Samurai, sobre a incessante busca da perfeição realizada por ele e sua classe de samurais, que muito embora possuíssem a percepção de que a perfeição fosse teoricamente ilusória, mutante e inatingível, sentiam que valia a pena investir o tempo de uma vida para ir atrás de algo que não encontrarão, mas de que ao menos, aproximar-se-ão.

É impossível de expressar com palavras a sensação que se tem quando fazemos de tudo para atingirmos o inatingível, a sensação da busca nos faz dormir o sono dos anjos por tentar acordar todas as nossas possibilidades latentes.

Na outra ponta, como conseqüência da lapidação e aprimoramento que se sucede a uma boa incorporação da cultura yôgi na vida de um praticante, a exímia seleção de praticamente tudo (alimentação, comportamento, vestuário, atitudes etc) que envolve a existência do aprendiz o torna exigente com relação ao que o cerca e o faz buscar a excelência em tudo que realiza e isso, meu querido leitor, pode ser um pesado fardo a ser sustentado, se não compreendermos as invisíveis linhas que sustentam o entendimento do todo. Explico: se tudo o que você faz para si e para os outros, seja no trabalho, relacionamentos e afins, possuir um alto grau de exigência e a tentativa do alcance da perfeição dos samurais, é natural que você espere isso dos outros em reciprocidade também e, é justamente neste ponto que jaz a dificuldade, caso não estejamos atentos. Trocando em miúdos, não devemos esperar reconhecimento ou reciprocidade das outras pessoas e nem mesmo a mesma atitude ou reação que seriam do nosso feitio, pois somos diferentes dentro de nossas igualdades ontológicas.

Por vezes, quando damos o nosso melhor, não aceitamos como contrapartida algo que ouse não se aproximar disto, como por exemplo, o amor que ofertamos aos nossos cônjuges: se não sentimos o retorno com mesma intensidade, esperneamos. O truque é oferecer porque sentimos vontade, queremos e gostamos, tendo a ciência de que nem sempre, ou melhor, quase nunca, seremos correspondidos com igual devoção. Simples assim!

No entanto, apesar disso, podemos esperar o mínimo “recomendável” daqueles que se relacionam conosco, de alguma forma. Quando se trata de família, amigos, parceiros amorosos, não é demais esperar respeito, confiança, zelo etc. De prestadores de serviços como professores de Yôga, arquitetos, marceneiros, engenheiros, diretores de arte, corretores, vendedores das lojas que nos atendem diariamente… Não se deve esperar perfeição, como citado acima, mas o tradicional que foi estudado por eles e para o que foram preparados ou se predispuseram a fazer, em outras palavras, o que fazem todos os dias.

Porém, lhe imploro: se você conhece algum prestador de serviço do qual podemos esperar as qualidades acima e, isso se estende a todas as etapas de um bom trabalho executado: excelência, cumprimento do estabelecido em contrato (tipo do trabalho, prazo, preços), comprometimento mínimo, bom atendimento, pós-venda, mínimo de qualidade, ou seja, o básico que não farão do prestador um virtuose em sua área, mas alguém que será recomendado a posteriori, por favor, me indique! E que fique claro que isso independe de classe social, tipo do serviço prestado ou formação cultural. Há, neste ponto, uma curiosidade. Muitos daqueles que tiveram oportunidade de formação acadêmica ficam presos àquilo que aprenderam à época de seus estudos, aplicam e ensinam aquele material pelo resto de suas carreiras, quando, na maioria das profissões, tudo e todos vão se reciclando com o passar dos tempos. Arrisco dizer que é por estas e outras que quase não temos nutricionistas que entendem claramente uma opção vegetariana, salvo raríssimas exceções (vide Dr. Eric e Dr. George Guimarães que colaboram para esta revista), pois os demais engessaram o escopo do curso da faculdade na qual se formaram, por vezes, há décadas, e não atualizaram-se com as “novas” descobertas, limitando-se ao obsoleto e saudoso diploma pendurado nas já descascadas tintas das paredes das lembranças. Portanto, se você é como eu, um buscador da excelência em tudo que faz, não espere isso de todos que cruzem o seu caminho, mas exija sim, o “aceitável”, pois do contrário, não há evolução e assim, ficaremos sem uma das grandes dádivas que foi oferecida ao homem.

“Quando se tenta ir atrás de algo sublime e perfeito, lastreando nossos caminhos para que isso realmente aconteça,  costumamos não aceitar nada que não seja semelhante por parte dos demais.”

Por Fábio Euksuzian

fabio.euk@uni-yoga.org

Fábio Euksuzian é membro do Conselho Administrativo da Uni-Yôga, instrutor de SwáSthya Yôga e diretor da Unidade Vila Olímpia, filiada à Uni-Yôga.

Mais informações:

www.universoyoga.org.br  ou (11) 38455933

Artigo do Método DeRose na revista Zen Energy – Portugal

Artigo que saiu na revista Zen Energy de Portugal, na edição de Maio nº4, sobre o Método DeRose.

É um artigo de 4 páginas sobre o Método DeRose, escrito pelo Prof. António Pereira, Presidente da Federação de Yôga do Sul e Ilhas de Portugal. As fotos dos ásanas do artigo são dos instrutores da Unidade Chiado – www.chiado-yoga.org
Para além do artigo, a revista recomenda o livro do Mestre “Eu me lembro…” na seção de leituras.

Atamos uma parceria com a revista, o que nos proporcionou matérias mensais na mesma, preferencialmente fora da seção “Yôga”. Assim, escrevemos também sobre alimentação, respiração, redução do stress, qualidade de vida etc., divulgando a Nossa Cultura, o Método DeRose.

O responsável pela parceria e bom entendimento entre a revista e o Método DeRose é o instrutor Mauro Bexiga, da Unidade Chiado.

Este é o link da revista: http://www.joeli.pt/zen/Default.htm

Mauro Bexiga
Método DeRose – Unidade Chiado
+351 917 302 823
mauro.bex@metododerose.org
www.chiado-yoga.org
www.chiado-yoga.org/blog

www.yogaportugal.org

Visite o blog do Educador DeRose: www.uni-yoga.org/blogdoderose

Professor do Método DeRose empossado sócio do Rotary Club

O professor Nilzo Andrade, do Método DeRose foi empossado como sócio do Rotary Club em Curitiba.

Veja a notícia na íntegra e as fotos no link:

www.oliderdossonhos.wordpress.com/2009/04/15/ontem-fui-empossado-como-socio-do-rotary/

Artigo de Fábio Euksuzian para a Revista Vegetarianos

Memórias a não extinção de experiências passadas

O aforismo acima corresponde a uma citação do sábio Srí Maharaj Patáñjali, provavelmente datado do século III a.C. e publicado no Yôga Sútra, opúsculo de sua autoria composto por 195 sútras, aforismos carregados de significados herméticos que, condensados em poucas palavras, tornam-se blindados aos olhos de um leigo, e por isso mesmo, se faz necessário um mínimo de bagagem metafísica para a compreensão desta ancestral linguagem cifrada.

 A sentença do título faz parte do primeiro capítulo da obra, que explica o caminho para se atingir a iluminação, no Yôga chamado de samádhi. O sútra VI descreve os cinco tipos de instabilidade, sendo um deles, o conhecimento baseado na memória. Quando li este livro pela primeira vez, há cerca de uma década, confesso que não entendi por que a memória seria um obstáculo instável à evolução do ser humano, visto que sem ela provavelmente não estaríamos aqui, afinal, em um passado remoto, nossos ancestrais aprenderam pela observação e memorizaram lições de sobrevivência, como por exemplo: fazer fogo, construir cabanas, plantar e, praticamente tudo que envolvia e envolve o desenvolvimento de uma civilização.

Vejamos as crianças: não são espelhos dos pais porque memorizam tudo o que eles fazem? Assim como os meus alunos são reflexos de mim, pois assimilam gestos, ações e atitudes do professor. Por exemplo, se nós não tivéssemos memória, como estaria eu escrevendo este artigo?

Conto aqui uma história que presenciei em um Festival Internacional de Yôga, reforçando a retórica da importância da memória: um grupo de alunos e instrutores estava encaminhando-se para alguma vivência que estava prestes a acontecer. Ao passar pelo estacionamento, vimos um passarinho aproximar-se do espelho retrovisor de um carro. Ao avistar seu próprio reflexo, achou que se tratava de outro pássaro querendo invadir seu território e a partir de então, iniciou uma guerra contra o espelho. Por vezes se chocava contra ele e em outras, bicava-o insistentemente. Obviamente se machucou e tão logo percebeu que não era outro pássaro, deu meia-volta no ar como se fosse embora, mas, em seguida, novamente se viu no espelho, repetindo todo o processo. Mestre DeRose, que acompanhou aquela pitoresca cena que não durou mais que alguns segundos, disse aos que estavam presentes: “Assim somos nós, presos dentro de nossos paradigmas”, bem, dizem por aí que passarinho possui memória de três segundos…

No entanto, a dualidade que existe em praticamente tudo também está presente na memória como ferramenta de evolução. Ela é fator gerador de outro obstáculo apontado por Pátañjali no capítulo II (trilha da prática), sútra III: o excessivo apego à vida. Em minha opinião, este apego não esconde somente o temor da morte, mas também o receio de perder as sensações de todas as experiências vividas dentro da experiência a que chamamos de vida. Por meio da memória, nos apegamos àquilo que já não existe mais, mas tão somente nas vagas brumas nostálgicas de nossas carcomidas lembranças. Será que é por isso que hoje temos o sucesso das linhas retrós em variados tipos de publicidade, relançamentos de filmes, peças de teatro que um dia foram boas, o assustador popularismo do botox e tudo o mais que nos fará tentar vivenciar algo que as primaveras levaram? Já tentou reatar um namoro anos depois, quando já não mais sentia grande coisa pelo outro, mas porque em algum dia do já amarelado tempo de sua memória, aquilo foi muito bom e lhe proporcionou prazer pelos momentos felizes vividos juntos? Pois é, é como reconstruir um vaso quebrado, nunca mais será o mesmo! Creio que seja por isso que quando envelhecemos vamos perdendo a memória, talvez seja uma forma de a natureza nos poupar o sofrimento da lembrança, uma forma de nos desapegarmos daquilo que um dia fomos e nunca mais seremos. A memória nos traga para túneis tingidos de sépia que nos conduzem a um passeio no trem das saudades, por vezes felizes, outras nem tanto, mas sempre saudades.

“Hoje joguei tanta coisa fora, cartas e fotografias, gente que foi embora…”, foi com este refrão dos velhos Paralamas na cabeça que recentemente fiz minha mudança de residência em Sampa. Ah, nossa castigada memória emocional ainda nos faz palpitar o coração. Quantas coisas temos que deixar para trás, a descansar em algum acinzentado banco de praça, até serem desintegradas lentamente pelas ventanias das novas gerações. Caetano diria que saudades até que é bom, melhor que caminhar vazio… E eu digo sempre, que devemos aprender com o passado, sem se apegar a ele, aplicar o que aprendemos nos fundos do presente e prepararmo-nos para a colheita de um futuro próspero. Mas se a memória causa este sofrimento, o que fazer? Ser um desmemoriado? Mais uma vez, temos que aprender a canalizar a situação em nosso favor, ou seja, emancipação da escravidão mental. Recentemente, estava com um grande amigo que perdera a mãe e a irmã de câncer em um ridículo intervalo de quatro anos, em um café de calçada qualquer da cidade de São Paulo, e ele, ainda meio atônito, balbuciou: a vida é um ato de heroísmo! Achei aquilo muito bonito e completei: cara, já se deu conta de que nossas vidas se resumem agora a este exato e absoluto instante? Tudo o que fomos, vivenciamos, sentimos, experimentamos, conhecemos, não fazem a mínima importância nesta fração congelada do tempo. Nossas vidas são exatamente isso que neste momento enxergamos e sentimos, eu e você; nunca houve o amanhã ou o ontem. Tudo o que chamamos de passado e projeções de futuro se assemelham a desconexos flashs de um alternativo filme B, meio sem pé nem cabeça, encontrados na mais profunda penumbra do sótão de uma casa com sete janelas. Ele consentiu com um leve movimento de cabeça.

Por intermédio da memória, ficamos presos em nossos próprios paradigmas e atrelados a um passado que por vezes temos a esquisita impressão que não aconteceu, como dizia Cazuza em sua sutil e letal poesia: parece que aquele amor que tive e senti um dia, quando o reencontro, nunca existiu. Mas nem tudo são espinhos, eis um dos lados bons da memória: aqueles que degustam covardemente um pedaço de músculo, coração ou fígado que até há instantes pulsava vida e energia haverão de se lembrar que foram cúmplices de incontáveis assassinatos ao longo do que chamaram de vida e esperarão pacientemente à sentença final dos juízes do karma absoluto, afinal, não somos somente nós que temos memória.

 

Artigo publicado no dia 18/3/2009, na página 56.

 

Por Fábio Euksuzian

fabio.euk@uni-yoga.org

 

Fábio Euksuzian é membro da Conselho Administrativo da Uni-Yôga, instrutor de Swásthya Yôga e diretor da

Unidade Vila Olímpia, filiada à Uni-Yôga.

 

Mais informações:

www.universoyoga.org.br

Tel.: 11  3845 5933.

Revista Zen Energy de Portugal publica matéria sobre o Método DeRose

Matéria publicada no número 2 da Revista Zen Energy de Portugal. É um artigo de 4 páginas sobre o Método DeRose, escrito pelo Prof. António Pereira, Presidente da Federação de Yôga do Sul e Ilhas de Portugal.

Para além do artigo, na seção Destaques, um texto sobre as comemorações ao Dia do Yôga ficou em evidência.   Também o livro do escritor DeRose, Origens do Yôga Antigo foi indicado na seção de leituras.

Já na revista número 1 tivemos destaque na recomendação do livro, também do escritor DeRose, Chakras, Kundaliní e poderes paranormais na seção Agenda.

O responsável pela parceria e bom entendimento entre a revista e o Método DeRose foi o Instrutor Mauro Bexiga, da Unidade Chiado. Este é o link da revista:

http://www.joeli.pt/zen/Default.htm 

 

Método DeRose na Revista Zen Energy de PortugalMétodo DeRose na Revista Zen Energy de PortugalMétodo DeRose na Revista Zen Energy de PortugalMétodo DeRose na Revista Zen Energy de PortugalMétodo DeRose na Revista Zen Energy de PortugalMétodo DeRose na Revista Zen Energy de PortugalMétodo DeRose na Revista Zen Energy de PortugalMétodo DeRose na Revista Zen Energy de PortugalMétodo DeRose na Revista Zen Energy de Portugal 

 

Por Mauro Bexiga

Método DeRose – Unidade Chiado

www.chiado-yoga.org

http://chiado-yoga.org/blog/

 

Visite o blog do Educador DeRose

www.uni-yoga.org/blogdoderose