Regras Gerais de Execução são ensinadas por Gustavo Oliveira

Gustavo Oliveira, Diretor e Instrutor da Uni-Yôga Vila Mariana, ensina as Regras Gerais de execução, codificadas pelo Método DeRose. Essa é uma das principais características do Método e um diferencial perante outras modalidades de Yôga.

Confira o vídeo no link – http://www.youtube.com/watch?v=uqmX7T9a5nU

Por Marina Engler

 

 

Curso com a Professora Nina de Holanda em Goiânia

A Uni-Yôga Oeste – Goiânia, tem a preocupação especial de contribuir para o crescimento de seus alunos dentro de suas práticas de SwáSthya Yôga. Sabemos que este aprimoramento no sádhana (prática) não se dá apenas pela prática constante em sala de práticas, é preciso mais. É preciso estudar, ler os livros, praticar em casa, participar de Festivais, cursos e principalmente aplicar no dia a dia tudo o que se vivência em cada aula.

Pensando nisto, todos os anos professores de várias partes do Brasil e do exterior são convidados para uma permuta de conhecimento e experiência. São oportunidades incríveis de se aprimorar nas práticas, aprender coisas novas e conviver mais de perto com nossa egrégora.

No último final de semana (21, 22 e 23 de março) trouxemos a Professora Nina de Holanda, uma das mais experientes professoras de SwáSthya Yôga no mundo todo. Ela preside a Federação de Yôga do Estado de São Paulo e é a responsável pela organização do Festival Internacional de Yôga de São Paulo.

Foram três cursos fantásticos. Na sexta uma super prática de mais de 3 horas com ênfase em mudrás (gestos reflexológicos feitos com as mãos), no sábado desfrutamos do curso SwáSthya Yôga – uma poesia feita com o corpo, uma experiência única para aprendermos mais sobre uma das mais importantes características do SwáSthya Yôga, as coreografias. Para fechar com chave de ouro, nosso final de semana intensivo, foi realizado o curso de habilitação para dar aulas em academias, direcionado apenas aos Instrutores.

Além das vivências incríveis tivemos ainda a oportunidade de desfrutar de sua companhia em passeios, jantares e outros.

Em breve teremos novos cursos. Confira nossa programação no site: www.yogaemgoiania.com.br

 

 

Pedro Carrer

Diretor Uni-Yôga Oeste

Pres. da Associação dos Profissionais de Yôga de Goiânia

Fone: 62 3214 1739

 

 

Curso de Gramática e Redação para Instrutores

Cada vez mais a qualidade na escrita tem sido exigida para o nosso sucesso profissional.

Com o objetivo de nos aprimorarmos nesta arte, o Conselho Administrativo está organizando os seguintes cursos:
 
a) primeiro curso, dia 05 de abril: Gramática com os princípios gerais do NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO.
   Horário: das 09h às 19h
 
b) segundo curso, dia 14 de junho: Redação.
   Horário: das 09h às 19h
   Preço por pessoa: R$300 para os dois cursos para no máximo 30 participantes.

Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail daniel.denardi@uni-yoga.org

Abraços e sucesso a todos.
Daniel De Nardi

Blog Caminho das Índias do Instrutor de SwáSthya Yôga André Mafra entrevista DeRose

Blog Caminho das Índias (http://mafrayoga.wordpress.com/) entrevista DeRose

O educador DeRose concedeu um entrevista ao Blog Caminho das Índias, reproduzo aqui a entrevista na íntegra.

Comendador DeRose, por quantos anos o senhor viajou a Índia?

Viajei anualmente para a Índia durante vinte e quatro anos.

A trama inicial da novela Caminho das Índias tem tratado muito sobre o papel da mulher na sociedade indiana, relacionamento entre castas, etc. Como o senhor enxerga isso?

A sociedade indiana é composta por hindus, mulçumanos, budistas, jainas, sikhs, parsis e mais uma quantidade de segmentos culturais. E em cada um deles há diferenças abissais na atuação da mulher em relações aos outros grupos étnicos e religiosos. De qualquer forma, observando de forma geral, a mulher indiana é mais produtiva dos que as mulheres da maior parte dos países. Ela não apenas fica em casa cuidando dos filhos, mas vai para o campo, pega na enxada e no arado, planta, colhe, carrega água, ajuda a construir casas. Sua influência em boa parte da sociedade indiana é influência pela civilização do Vale do Indo, que era matriarcal e deixou marcas profundas nas várias culturas que foram se estabelecendo no país durante os últimos 3500 anos.

Conte-nos um pouco da sua experiência nesse maravilhoso país.

São tantas as experiências que teríamos de fazer uma série só sobre esta pergunta. A Índia tem a melhor culinária do planeta. Tem paisagens lindíssimas, dos desertos às montanhas geladas dos Himalayas, passando por rios caudalosos. Tem templos magníficos de todas as épocas e de uma multiplicidade de religiões. Tem o Taj Mahal, as pinturas nas cavernas de Ajanta, as esculturas de Khajuraho. Tem o respeito pelos animais e a maioria da população não mata para comer. São tantos sons, tantas cores, tantos odores, tantas línguas, tanta cultura milenar que tornar-se indescritível neste pouco espaço. Mas descrevo tudo no meu livro A caminho das Índias, que relata 24 anos de viagens àquele país meio mágico.

Como o senhor vê a questão das castas? Explique-nos um pouco sobre o assunto.

Por um lado:

Na Índia, as castas só existem assumidamente no hinduísmo. A instituição das castas não está presente nas demais religiões, como o islamismo, o budismo etc. No hinduísmo, existem quatro castas principais que são brahmins, kshátriyas, vaishyas e súdras. Estas quatro subdividem-se em um número incalculável de sub-castas. Fora e abaixo das castas estão os intocáveis. Desde tempos imemoriais essa estrutura mantém uma razoável harmonia na sociedade hindu. No entanto, graças a Gandhi e com o passar dos anos, elas se tornaram mais flexíveis e temos visto mais casamentos intercastas e até mesmo intocáveis ganhando dinheiro e galgando postos políticos importantes, o que antes não era possível.

Por outro lado:

O tema das castas sempre despertou a curiosidade dos ocidentais, mas não compreendo a razão, já que no mundo ocidental também há a divisão da sociedade em castas. É uma tragédia quando um rapaz de casta inferior aqui do Brasil resolve se casar com uma jovem de nível superior ao dele. Sempre ocorreram até suicídios e assassinatos por esse motivo. Quando um jovem de casta baixa quer ascender socialmente, ele é brutalmente impedido. Se nasceu em um ambiente cultural humilde, a classe média o exclui. Se nasceu na classe média, é rejeitado pela classe alta. Dependendo do dialeto-de-casta da língua portuguesa que ele utilize, será aceito no nosso país para um cargo de menor ou maior importância, baseado apenas na sua linguagem. Isto está certo ou errado? Não me considero com direito de julgar, já que eu não ficaria bem impressionado com um  estabelecimento que colocasse para atendimento ao público um funcionário que falasse português errado. Portanto, tanto na Índia quanto no Brasil e no mundo todo, a sociedade humana é dividida em castas. Só que a maior parte não assume. Como dizia George Orwell: “Todos os Homens são iguais, só que uns são mais iguais do que outros.”

Como o senhor vê a questão dos relacionamentos afetivos na Índia?

Certa vez, em 1980, em Delhi, conversando com uma senhora amiga nossa, consultei-a sobre o casamento tradicional indiano que é em grande parte decidido pelas famílias e não pelos jovens que irão se casar. Às vezes, os jovens só vêm a se conhecer depois que as famílias decidem o enlace. A resposta que ela me deu foi digna de um tratado sobre relacionamento afetivo. No sistema ocidental, o casamento é baseado na paixão, que começa em um ápice e vai declinando com o tempo até fenecer. Por isso, o casamento ocidental, em geral, tem por estrutura natural a decadência e o deterioramento da relação. Ela começa por cima e, geralmente, só tem um caminho a seguir: para baixo. Vai piorando sempre. Já o sistema indiano, começa por baixo, com duas pessoas que se  aceitam pelo respeito aos pais e à tradição. A convivência gera o companheirismo, familiarização, a intimidade, o carinho e finalmente o amor. Portanto, o caminho natural desse tipo de casamento é para cima. Ele vai melhorando sempre. Por isso, as separações conjugais na Índia não são tão comuns quanto no ocidente.

Preciso concordar em certa medida com ela expôs, porque o meu casamento é um pouco assim, primeiro ficamos amigos. Aprendemos a nos respeitar e admirar reciprocamente. Pouco a pouco foi-se instalando um companheirismo, uma cumplicidade perante os ideais de vida, a filosofia, a profissão. Anos mais tarde descobrimos que havia algo muito mais profundo e muito mais forte que nos unia de forma natural e duradoura.

Que cuidados devem ser tomados para visitarmos a Índia?

Primeiramente, os mesmo cuidados que tomamos ao viajar para lugares distantes que, naturalmente, têm outros micro-organismos na água e nos alimentos. Por isso, considero importante alimentar-se com a culinária da terra que estiver visitando. Em 24 anos de Índia, nunca fiquei doente. Atribuo isso a duas coisas: sempre aceitei a gastronomia indiana das cidades que visitava, a qual, sempre digo, é deliciosa; e só bebia água levada de São Paulo em embalagens com garrafinhas de meio litro, suficientes para todo o percurso. De resto, muito massala chai! Em caso de emergência, era sempre preferível tomar refrigerantes, cujo PH e a presença do CO2 impedem a proliferação da maioria dos micro-organismos. Há uma grande quantidade de dicas que recomendo no meu livro já citado A caminho das Índias.

Que ilusões devemos apagar sobre a Índia?

É preciso recordar-se de que está viajando para um país de cultura diferente da sua, que precisa ser respeitada, mas que não tem quase nada a ver com os devaneios que os ocidentais alimentam sobre a Índia. Por exemplo, achamos que os indianos em geral entendem de Yôga ou de sânscrito. Seria o mesmo que um europeu esperar que todos os brasileiros entendessem de capoeira e de latim.

Então como são os indianos?

Os hindus são muito simpáticos, sorridentes e prestativos. Os Sikhs são garbosos, altivos, orgulhosos (no bom sentido). Com os demais grupos religiosos ou étnicos eu não convivi muito, portanto não posso emitir opinião. O importante é não generalizarmos chamando a todos simplesmente de indianos. Seria o mesmo que chamar a todos genericamente de brasileiros. Como são os brasileiros? O gaúcho é de uma cultura, o paulista, de outra. O carioca é de um jeito, o cearense, de outro. E por aí vai. Na Índia é igual. Aliás, há muito mais similaridades entre Brasil e Índia do que as pessoas pensam.

O que mais marcou nas suas muitas viagens?

O Himálaya e o Ganges na cidade de Rishikêsh. As montanhas, os templos, os aromas, os mantras dos mosteiros, o chai maravilhoso, bem diferente do que se encontra no ocidente, idêntico ao que fazemos a décadas na Universidade de Yôga. A gastronomia que me ensinou o que é comida com paladar e com uma constelação de condimentos. A disciplina dos ashráms e as longas conversas com os swámis e com os saddhus, herdeiros de uma filosofia milenar.

O que mais o surpreendeu e o que mais te decepcionou?

Na minha primeira viagem, o que mais me surpreendeu foi logo no segundo dia de aulas, eu ainda bem jovem, no Sivánanda ashrám ter sido convidado para ministrar uma prática. Surpreendeu-me que nós tivéssemos aqui uma excelência técnica em Yôga que, hoje eu sei, é uma das melhores do mundo.

Decepcionou-me que praticamente tudo o que nós imaginamos que a Índia seja, ela não é. E vice-versa. A Índia é uma porção de coisas que nós nem imaginamos e que são impossíveis de descrever em uma entrevista. Prefiro remeter o leitor ao meu blog (www.uni-yoga.org/blogdoderose) no qual constam textos mais longos sobre a Índia, bem como um vídeo colocado pela Profa. Rosana Ortega. Também aproveito para recomendar o DVD “Índia Exótica”, do meu amigo Arthur Veríssimo. As datas e locais de lançamento estão lá no nosso blog.

Google oferece palestra do indiano Avinash Kaushik, especialista em web analytics

Evento organizado pelo Google, trouxe um dos maiores profissionais do Google – Avinash Kaushik – ao Brasil para falar sobre os negócios e a Internet.

A equipe do YôgaPress e de algumas Unidades da Uni-Yôga estiveram presente na palestra prestigiando Avinash e aprimorando seus conhecimentos nesta área.

Avinash Kaushik é autor do livro Web Analítica, Uma hora por dia e do blog altamente cotado sobre a pesquisa web e a ciência analítica, chamado Occam’s Razor (http://www.kaushik.net/avinash/). Sua carreira profissional tem focado-se nos sistemas de suporte de decisões das empresas Fortune 500, como, por exemplo, Silicon Graphics, DirecTV Broadband, Intuit e DHL na Ásia, Oriente Médio e Estados Unidos.

 

 

 Veja as fotos:

 

 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nosso trabalho é citado em artigo científico

Mestre DeRose postou hoje em seu blog um artigo científico que cita nosso trabalho sobre Yôga Antigo.

Acesse: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/um-artigo-cientifico-que-cita-nosso-trabalho/

Unidade Bueno, em Goiás comemora 4 anos

Para comemorar o quarto aniversário da Uni-Yôga Bueno, em Goiânia, nesta quarta-feira foi realizado um sat chakra (círculo de mentalização) super especial.
Além das poderosas mentalizações geradas por um grande grupo de praticantes de SwáSthya Yôga, em sintonia com milhares de outros praticantes em todo o mundo, houve um divertido sarau com apresentações artísticas dos alunos e até dos instrutores da escola aniversariante. Os participantes curtiram poesias, malabares, piadas, apresentações de dança, coreografias e muito mais.
Foi sorteado também um DVD Yôga – Prática Básica entre todos aqueles que, durante a semana, postaram comentários no Blog www.yogaemmovimento.com, que comemorou seu centésimo vídeo publicado. Entre os vídeos, há coreografias do Yôga Antigo, entrevistas, reportagens, mantras, treinamentos de meditação e até histórias contadas pelo educador DeRose. O ganhador foi o equatoriano David Cruz, que é um dos milhares de admiradores do Nosso Método que praticam à distância, mesmo sem ter uma Unidade da Uni-Yôga por perto.

 

Sat chakra - comemoração do aniversário da Unidade Bueno em Goiás

Sat chakra - comemoração do aniversário da Unidade Bueno em Goiás

 

 

Pedro Carrer
Diretor Uni-Yôga Oeste
Goiânia/Go
Fone: (62) 3214-1739

 

Formação profissional do Método DeRose

No final de semana passado teve início mais uma turma de Complementação Pedagógica. Esta turma tem o objetivo de formar novos Instrutores de SwáSthya Yôga! Normalmente este curso de formação profissional tem duração de um ano, onde os praticantes têm práticas teóricas e práticas até preencherem todos os requisitos para poderem fazer a avaliação na Federação de Yôga do Estado.

Veja algumas fotos dessa nova turma no link abaixo: http://picasaweb.google.com/copacabana.rj/ComplementacaoPedagogicaDeMarco

 

Por Melina Flores
Unidade Copacabana, filiada à Uni-Yôga
www.yogacopacabana.com
55 21 2255-4243
55 21 9520-2992
www.melinaflores.org

Exames na Federação Francesa de SwáSthya Yôga

Foram nos passados dias 14 e 15 de Março de 2009 que Instrutores de vários países da Europa se reuniram em Paris para a primeira época de exames da Fédération Française de SwáSthya Yôga.

Entre comidinhas e boa disposição, a experiência de ouvir aulas em várias línguas foi emocionante.

De notar que a Europa conta com duas novas instrutoras no Reino Unido – Suzana Vaz e Aléssia Poloni – e a primeira futura instrutora francesa – Florence Delmas – do Espace Energie – compareceu para o pré-exame com sucesso.

Um agradecimento profundo a todos os Instrutores que nos ajudaram a tornar possível este evento:

Ricardo Seriz ( Diretor da Unidade Chiado – Lisboa e Vice- Presidente da Fédération Française)

José Afonso (Diretor do Espace Energie – Paris)

Filipa Loureiro (Instrutora do Espace Energie)

Cristian Mader (Representante do Método DeRose na Alemanha) 

Da minha parte foi uma alegria ver que o embrião da nossa cultura hoje esta maior, mais forte e unido.

 

Um abraço de Paris

 

Prof. Sónia Saraiva

Directrice de l’Unité Rive Gauche – Méthode DeRose

Présidente de la Fédération Française de SwáSthya Yôga

email et msn : sonia.paris@uni-yoga.org.br  

skype : soninha.paris  

web : www.yogarivegauche.fr   

Portable : +336 99 51 11 08

 

Noite de autógrafos com Arthur Veríssimo na escola do Mestre DeRose fica lotada

 

A Unidade Jardins, da Universidade de Yôga, foi palco para o lançamento do DVD Índia Exótica produzido pelo jornalista Arthur Veríssimo, na noite desta última sexta-feira, 13 de março.

Arthur é conhecido por seu trabalho realizado de forma irreverente e cheio de energia na Revista Trip. São dele as matérias de viagens exóticas ao redor do mundo, nas quais descreve sob o seu olhar peculiar, as curiosidades e tradições de países como Índia, Tailândia, China, etc. 

Veríssimo foi recebido na casa do Mestre DeRose por um curioso público formado por instrutores e alunos que admiram o seu trabalho e se fizeram presentes no bate-papo que durou cerca de 2h, logo após as coreografias de SwáSthya demonstradas pelos instrutores Gabriel Pessoa, Gisele Correa e Rafael Ramos.

De acordo com ele, foram 15 viagens a Índia, sendo 9 delas focadas em captar as imagens que compõem o seu DVD. Muito do que pode ser visto neste trabalho, mostra um jornalista que sente, experimenta e vivencia de forma muito pessoal os lugares por onde passa. Talvez por isso, tenha tantas e tão fortes recordações de suas diversas viagens àquele país.

Peripécias, aventuras, buscas pessoais, casos divertidos e engraçados mostram um homem fascinado pela cultura indiana. Pergunto se todo esse interesse pela Índia se deu por causa do Yôga e ouço como resposta que o Yôga está presente em sua vida desde sempre, já que teve em sua mãe seu primeiro contato com essa filosofia. Ela era professora de Hatha Yóga.Veríssimo teve em Osho seu Mestre, mas hoje pratica Ashtanga Yóga.

As interessantes vivências com diversas linhas foi o que despertou no jornalista a curiosidade de visitar o país de onde se extrai parte dos seus conhecimentos sobre o Yôga. “Minha primeira viagem à Índia em 1994 foi por conta de um sonho premonitório que tive com minha mãe, que havia falecido há pouco tempo. Neste sonho, ela me dizia para vender o apartamento que tínhamos e ir conhecer o país”, relembra sorrindo e dizendo que a sua mãe também mencionava sobre o desapego no sonho. 

Segundo ele, ao travar contato com a Índia você se identifica com os indianos. “Você abre portas de sabedoria dentro de você, e descobre uma profusão de sensações”, revela o autor.

Veríssimo participou de diversos festivais, alguns com aproximadamente 50 milhões de participantes, entre saddhus, sikhs, Mestres, discípulos de Shiva, de Kálí , de Vishnu, de Ráma. Viveu, experimentou, sentiu a fúria dos indianos, percebeu contradições, chorou, riu e emocionou-se com crianças, anciães, entrou no Ganges e, de tudo isso, surgiu o DVD, no qual você experimenta junto com ele, essa avalanche de sensações!

A noite foi muito divertida e descontraída. Certamente, Veríssimo pode conhecer de perto os praticantes do Método DeRose e constatar que são pessoas queridas, cultas, educadas, alegres, descomplicadas e, principalmente, abertas para o mundo e para as novas experiências!

A Universidade de Yôga, Unidade Jardins, na Alameda Jaú, no. 2000, tem os DVDs à venda. A Uni-Yôga também disporá alguns para fornecer às escolas que tenham interesse em adquirí-los. O valor do álbum com dois DVDs é de R$ 40.  

Escrito por Cherrine Cardoso

Confira as fotos tiradas por Fabrício Ferrari: