Índia cria arquivo de posições de Yôga para evitar pirataria

Andrea Wellbaum, da BBC Brasil em Londres

Um grupo de cerca de 200 gurus e cientistas da Índia se reuniu para identificar todas as antigas posições de Yôga – os ásanas – para prevenir a pirataria.

A medida, que tem o apoio do governo indiano, é uma resposta à concessão de dezenas de patentes nos Estados Unidos a professores de Yôga que alegam ter sido os criadores de determinados ásanas e que podem estar se beneficiando indevidamente de um conhecimento indiano milenar.

“Patentes de posições de Yôga e marcas registradas sobre instrumentos de Yôga têm se tornado excessivas no Ocidente. Até agora, identificamos 130 patentes relacionadas ao Yôga concedidas nos Estados Unidos”, afirmou à BBC Brasil o Dr V.P. Gupta, que criou um arquivo digital do conhecimento indiano, a Traditional Knowledge Digital Library (TKDL).

O livro mais antigo que está sendo documentado deve ser o Yôga Sútra, de Pátañjali, segundo Gupta.

Até agora, cerca de 600 ásanas já foram documentados e espera-se que até o fim do ano sejam registrados pelo menos 1500.

Indústria bilionária

Uma vez identificadas, elas serão incluídas na TKDL e reconhecidas como propriedade pública da Índia.

“Nosso objetivo não é patentear as posições de Yôga, já que o conhecimento que já é de domínio público não pode ser patenteado. Como os livros de Yôga foram escritos em 2500 a.C., ninguém pode patentear ou registrar o Yôga”, explicou Gupta. [Aqui nós detectamos uma tradução errada. Se o livro mais antigo que estão estudando é o Yôga Sútra, conforme consta alguns parágrafos acima, a data é estimada em cerca de 300 a 400 a.C. Embora o ensinamento do Yôga seja de mais de 5000 anos, não foram encontrados textos datados de 2500 a.C.]

A medida tem como objetivo, segundo Gupta, reduzir os casos de apropriação indébita das informações, “o que deve evitar os procedimentos custosos de invalidação de patentes concedidas indevidamente”, disse Gupta.

Estima-se que o Yôga virou um negócio de US$ 225 bilhões (cerca de R$ 526 bilhões) no Ocidente. Cerca de 16,5 milhões de americanos praticam Yôga e gastam cerca de US$ 3 milhões (cerca de R$ 7 milhões) por ano em aulas.

 

Fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/200-mestres-indianos-trabalhando-juntos-conseguem-compilar-600-asanas/

 Visite o site do livro Tratado de Yôga do escritor DeRose: http://www.tratadodeyoga.com/

Carnaval, uma festa vegetariana

 

Artigo publicado pelas Revistas Vegetarianos e Leaders, por Fábio Euksuzian 

 

 

 

Nem todos sabem, mas todo esse samba no pé que assola nosso país nessa época do ano, crava suas controversas origens na mais remota antiguidade, em um antigo festival que celebrava as épocas de colheita às margens do Nilo; reverência ao Deus Saturno em Roma ou culto às qualidades de Dionísio na  Grécia…bem, o que se sabe é que passados alguns séculos, a festa começou a ser “organizada” pela Igreja Católica e a dar início à famosa Quaresma – quarenta dias de abstinência de carne, com objetivo de amenizar os pecados e que se encerraria somente no domingo de Páscoa. Com o passar do tempo, o festival tornou-se uma barafunda total. Para que se tenha um vislumbre da inversão de valores, o termo carnaval provém do latim carna vale, que significa ‘carne, adeus’ e a celebração em si, dentre outras coisas, serviria como uma grande e disfarçada manifestação artística contra os governos atuais; tanto é que o termo folia, maciçamente utilizado em época carnavalesca, vem do francês folie, termo que significa ‘loucura’, aludindo aos participantes da festa que fingiam-se de loucos para não serem detectados pelos guardas governamentais. Pena que toda essa simbologia faz parte do passado. Há tempos que os papéis se inverteram: carnaval hoje é sinônimo de tudo, menos de reflexão, seja ela alimentar ou social.

Atualmente a festa se faz somente pela festa, sem a mínima preocupação com alimentação ou introspecção.

A arte, neste caso, ao invés de instigar a reflexão, nos embriaga com alguns dias de alienação para que não pensemos em mais nada e retornemos à vida normal como eunucos de serpentina. Já reparou que grande parte das medidas provisórias do governo é lançada antes do carnaval? O velho “morde e assopra!”. Acredito que esta subliminar atitude seja uma dentre outras razões para que não tenhamos grandes revoluções no Brasil, pois quando pensamos em começar a pensar… Já é carnaval e tem Coringão na televisão.

Por que será que praticamente todos os feriados perderam sua função de relembrar e refletir sobre a data comemorativa em questão? Por exemplo, escrevi este artigo logo após o Natal e foi àquela coisa de sempre: feliz Natal pra cá, feliz Natal pra lá e, a cada feliz Natal escutado eu pensava com meus botões: o que será que eles estão desejando com isso? É fácil perceber o que as pessoas nos desejam quando dizem ótimo 2009…, mas no Natal esquecem-se da simbologia da celebração do renascimento, da reflexão dos caminhos etc.

Bem, culpa um pouco nossa e também da mídia de uma forma geral, pois não nos interessamos pela data em si, a não ser que não trabalharemos neste dia. Obviamente não estou dizendo para ficarmos todos em casa pesquisando sobre o assunto em questão, ou sairmos em passeata pelas

ruas, mas nos faria mal curtir os feriados com um pouco mais de consciência, refletindo sobre o que deve ser refletido?

Por que será que temos a tendência de deturpar as coisas? Arrisco escrever que, baseados em nossos princípios egoicos e em nossas próprias bagagens culturais, interpretamos tudo de acordo

com o que nos foi ensinado, da forma que fomos criados e de acordo com aquilo que achamos correto. Por exemplo, será que o que entendemos da Bíblia é realmente aquilo que Jesus quis dizer? Será que os islâmicos interpretam o Alcorão da forma que Maomé imaginou? Quem me garante que você está tendo a impressão exata daquilo que eu quis realmente dizer com este artigo? Provavelmente não. Isso acontece porque julgamos o mundo sob nossa própria ótica como amantes Narcisos diante do espelho da bruxa da Branca de Neve, ou seja, adaptamos o mundo às nossas próprias conveniências. De certa forma, isto é natural, no entanto, sem querer ou por vezes querendo, destruímos tradições ancestrais para tão somente aplacar nossas mesquinhas expectativas. Somos escravos de nossos sentidos, pois somos guiados por essas cinco portas de entrada das percepções (audição, olfato, paladar, visão e o tato) e é através delas que construímos os nossos próprios mundos.

E aí vem mais um carnaval, regado a muita carne, álcool e drogas, embotando cérebros e deteriorando estupefatos estômagos. E lá vamos nós, abstêmios em todos os sentidos, a presenciar uma festa cheia de energia, mas desregrada de essência, curtindo a unidade dentro da diversidade. Pelo menos, não teremos dificuldade em cumprir a Quarentena, não é mesmo?

 

Por Fábio Euksuzian

fabyoga@ig.com.br

Fábio Euksuzian é membro do Conselho Administrativo da Uni-Yôga, instrutor de Swásthya Yôga e diretor da Unidade Vila Olímpia, filiada à Uni-Yôga.

Mais informações:

www.universoyoga.org.br            

11 3845 5933.

Artigo do Instrutor Fábio Euksuzian que está nas bancas, publicado pelas revistas Vegetarianos e Leaders

Ao içar as pessoas ao patamar de consciência, o Yôga incita, dentro delas, o impulso de Eros, aquela chama de vida que estava esquecida em algum ermo local dentro de seus corações.

 

 

Auto-mobilização

 

Não importa se o que podemos fazer é pouco ou de ínfima efetividade diante do infindável buraco negro no qual nossa sociedade se encontra; sempre terá sido de valentia valia, sobretudo se cada um fizer a sua parte.

 

Esta semana estive pensando em como os “autos” estão na moda; até o Yôga que ensino se chama SwáSthya, termo sânscrito que significa auto-suficiência. Ligo a televisão e encontro dezenas de programas discorrendo sobre autosustentabilidade. Leio entrevistas com esportistas e… auto-superação é o ó do borógódó; banqueiros falam em autocontrole; e eu mesmo corro atrás de auto-conhecimento. No entanto, gostaria de pedir um minuto de silêncio ou de interrupção da leitura para os 800 auto-móveis que invadem o Estado de São Paulo diariamente, nos fazendo crer que sejam um mal necessário, uma vez que não temos uma decente e segura malha de metrô que corte a cidade de cabo a rabo – como em Paris ou Nova York, as quais, diga-se de passagem, não têm o tamanho nem o contingente da megalópole paulistana. Fazendo uso dos neurônios, creio que a disseminação dos “autos” acontece por duas razões: embora a globalização tenha chegado para ficar, com toda essa parafernália tecnológica estamos cada vez mais auto-sustentáveis, presumindo que podemos viver em uma bolha de isolamento sensorial. Não obstante, em contrapartida, vejo a compreensão por parte das pessoas de que não podemos mais esperar para que as coisas sejam feitas ou modificadas. Em outras palavras, nós mesmos temos de tomar a direção dos fatos, pois, pelo visto e pela espera, ninguém fará por nós. Fernando Pessoa escreveu, certa feita: “Pedras no caminho? Guardo todas. Um dia vou construir um castelo”. O que quero dizer é que não importa se o que podemos fazer é pouco ou de ínfima efetividade diante do infindável buraco negro no qual nossa sociedade se encontra: sempre terá sido de valentia valia, sobretudo se cada um fizer a sua parte.

Certa vez, uma floresta estava em chamas e a fauna toda saiu em disparada. O leão avistou um pássaro, em seu esforço sobre-animal, indo e vindo com um balde cheio d’água em seu bico. O leão chamou a atenção dos outros animais para o fato e todos gargalharam da ave. Lá de cima, ela bradou: “Pelo menos estou fazendo a minha parte!”

Microcosmos devem auxiliar o macro. Paremos de esperar auxílio de divindades ou de papai universo e mamãe natureza; das pequenas, faremos as grandes. As tentativas dos governantes parecem não ser suficientes, autênticas ou realistas. A sociedade está se mobilizando para cuidar de algo que é nosso, as leis dos homens e os recursos naturais. As mais eficientes mudanças são aquelas que partem de nosso interior, pois, além de terem sido criações nossas (e por isso mesmo), há uma grande probabilidade de terem sido necessidades que encontramos no meio do caminho. Portanto, acreditamos nelas e isso faz toda a diferença. Tudo na natureza segue seu curso irrefreadamente.

Há uma troca contínua, um círculo virtuoso, ação e reação, dar e receber, ir e vir, nascer e morrer, desenvolver-se e transformar-se… Essa percepção é de maciça importância para nossa relação com a natureza e com nossas próprias vidas. Não podemos só sugar, extrair sem devolver as possibilidades de seu renascimento; é uma via de mão dupla. Muitas vezes, parecemos aquele adolescente mimado que só quer ser sustentado e nada dá em troca. Sustente-se, meu amigo, pare de ser sustentado. Há tempos que, em minha opinião, ser elegante (em todos os sentidos) é ser consciente. Grande parte das pessoas ainda dorme o sono da ignorância, absorta em sua flácida inconsciência, não depara com tudo o que está a sua volta. Ao içar as pessoas ao patamar de consciência, o yôga incita, dentro delas, o impulso de Eros, aquela chama de vida que estava esquecida em algum ermo local dentro de seus corações. Renasce o impulso para a curiosidade e a busca pela própria essência. Inicia-se um questionamento de tudo que se encontra ao redor. Platão já dizia que “uma vida não questionada não merece ser vivida”. Ao seguir seu instinto pelo saber, sua consciência se expande em todas as direções, aumentando o grau de exigência e, quase que paradoxalmente, de tolerância com relação a tudo e a todos, pois além de reeditar a seleção em sua existência, também sente a necessidade de orientar aqueles que necessitam, pois começa a perceber que, quanto mais aprende, mais sente o quanto não sabe.

 

 Esse incremento de consciência, se estende ao ser, ao saber e até ao vestir. Entende-se que aquilo que se veste é também conseqüência de seus atos e uma extensão de quem você realmente é. Antigamente, desfilar coberto com casacos de peles de animais era considerado chique e motivo de status. Talvez por desconhecimento ou por desinteresse da grande massa em saber como aquelas peles eram obtidas. Hoje, considera-se extremamente deselegante e de calibrado mau gosto fazer uso delas. E lavar carros em frente de casa? Recordo-me que, quando criança, lavar carro aos domingos na calçada de casa era sinal de descontração prazerosa, socialização com os vizinhos, cuidado com seus pertences – para alguns, até mesmo sinal de higiene.

Atualmente, deixar a mangueira correndo solta é puro sinal de desconexão com o momento presente, é reacender aquele velho chavão de que nós, dentro de nosso egoísmo e falta de senso de perspectiva a longo prazo, não enxergamos além do próprio umbigo. É o retorno daquele tacanho pensamento de que “alguém resolverá, os outros darão um jeito…” Só que nos esquecemos de que os outros somos nós mesmos.

 

Fábio Euksuzian é instrutor de Swásthya Yôga e presidente da Associação dos Profissionais de Yôga da Vila Olímpia (SP) • vilaolimpia.sp@uni-yoga.org.br

 

Mestre DeRose comemora seu aniversário

Ontem, dia 18 de fevereiro de 2009 foi comemorado, juntamente com o Dia Estadual do Yôga, o aniversário do Mestre DeRose.

Instrutores de diversas Associações Profissionais de Yôga do Brasil e até de outros países compareceram para prestigiá-lo no tradicional sat chakra de quarta-feira.

Confira as fotos:

Fotos cedidas por Mariana Rodrigues, Instrutora da Unidade Ibirapuera – SP

DiadoYôga.org

Veja todas as fotos do evento de comemoração ao Dia do Yôga em São Paulo, que aconteceu dia 14 de fevereiro, no site www.diadoyoga.org.

Fotos tiradas por Fabrício Ferrari, instrutor da Uni-Yôga, Unidade Anália Franco – SP.

Dia do Yôga no Rio de Janeiro

Como todos já devem saber estamos em plena comemoração do Dia do Yôga que será amanhã, dia 18 de fevereiro, aniversário do nosso querido DeRose.

 Foram muitas as atividades nesse último final de semana e ainda na segunda e amanhã, com o sat chakra.

 Veja as fotos nos links abaixo:

 Aula teórica de Introdução ao Yôga Antigo, ministrada pela Instrutora Melina Flores, diretora da Unidade Copacabana

http://picasaweb.google.com/copacabana.rj/PalestraEmComemoraAoDoDiaDoYoga#

Prática completa de SwáSthya Yôga com o próprio Mestre DeRose com a presença de 600 instrutores e alunos de SwáSthya Yôga, além de alguns convidados VIPs e acompanhamento online de 300 praticantes em Portugal.

http://picasaweb.google.com/copacabana.rj/AulaDoMestreDeRoseEmSPDiaDoYoga2009#

Prática aberta e gratuita de SwáSthya Yôga na Lagoa Rodrigo de Freitas, ministrada pela Presidente da Federação de Yôga do Rio de Janeiro, com a presença dos 15 instrutores das Unidades Credencias do RJ e mais de 70 praticantes.

http://picasaweb.google.com/copacabana.rj/DiaDoYogaAulaNaLagoaFev2009#

Apresentação de coreografias do SwáSthya Yôga no restaurante Doce Delícia do Fashion Mall com degustação de pratos deliciosos de alimentação biológica.

http://picasaweb.google.com/copacabana.rj/CoreografiasNoDoceDeliciaFev2009#

As dezenas de quilos de alimentos não perecíveis coletadas, como forma de ingresso, durante os eventos serão entregues ainda essa semana aos responsáveis pela AMICCA, instituição que atende crianças em tratamento no INCA, que já viemos apoiando nos últimos anos.

É mesmo maravilhoso comemorar essa data intensamente e ainda poder com isso contribuir para tornar a vida de mais pessoas melhor!

 

Escrito por Ana Claudia Müller

Unidade Copacabana, filiada à Uni-Yôga

www.yogacopacabana.com

55 21 2255-4243

55 21 9794-5470

www.yoganorio.com

Saiba mais em: www.uni-yoga.org/blogdoderose

Unidade Higienópolis faz festa que coroa evento de comemoração ao Dia do Yôga

Depois de um longo dia cheio de grandes acontecimentos, uma festa para descontrair e unir os praticantes e instrutores de SwáShtya Yôga, que participaram da prática realizada durante a tarde no Spaço Quatá.

A Unidade Higienópolis foi quem sediou a festa clean. O DJ Johnnie no som, dava o ritmo da pista de dança, criada logo na entrada da escola.

Dois andares de muita gente circulando, dançando, interagindo e colocando o papo em dia, já que se uniram egrégoras de várias Unidades do Brasil e outras partes do mundo.

As festas da Rede DeRose não comportam álcool, fumo ou qualquer outro tipo de substância, o que já demonstra um grande diferencial. Hoje em dia é difícil imaginar uma concentração de gente bonita, inteligente, saudável, dançando e curtindo uma noite sem estar sob efeito de nada que não seja apenas a alegria contagiante de todo o grupo. Esta é a cara do praticante do Método DeRose!

Semana que vem a Mega Party Clean acontecerá em Portugal. Continue acompanhando pelo YôgaPress as notícias do universo do Yôga.

Logo mais as fotos de quem passou pela festa. Acompanhe!

Escrito por Cherrine Cardoso

Portugal também participou do evento com o Mestre DeRose

Simultaneamente, ao mesmo tempo em que DeRose ministrava a aula em São Paulo, praticantes lusitanos no Porto vivenciavam as técnicas a distância, pelo sistema de videoconferência, organizado pela equipe do YôgaPress juntamente com os organizadores de Portugal.

Segundo Edu Cirillo, Diretor e Instrutor do Método DeRose, às 15h30min começaram a chegar os praticantes no Pavilhão Multiusos Portugal, da cidade de Gondomar e, tal como programado deu-se início às demonstrações de coreografias.

“Ao firmar a conexão diretamente com o Brasil a emoção vibrou à flor da pela com tanta proximidade com o Mestre”, confessa Cirillo.

Tudo correu com perfeição. No final, ficou o sentimento de festa, alegria e vontade de continuar com as comemorações.

Na próxima semana acontecerá na cidade de Faro, a Mega Festa CleanParty, que espera mais de 200 praticantes.

Veja as fotos:

 

Escrito por Cherrine Cardoso

Evento memorável com Mestre DeRose marca as comemorações ao Dia Estadual do Yôga em São Paulo

 

Um a um dos 600 participantes da prática, que aconteceu no último dia 14 de fevereiro, com o Mestre DeRose, foram chegando e tomando seus lugares no grande salão do Spaço Quatá, em São Paulo.

 

Dia do Yôga 2009

Instrutores, praticantes e simpatizantes vieram de todos os lugares do Brasil e do mundo para prestigiar este evento, que certamente marca um momento histórico para o SwáSthya Yôga, já que há mais de 30 anos o Mestre DeRose não ministrava uma prática para alunos.

Cada participante ganhou o seu mat personalizado com a marca do evento, e juntos transformaram o Spaço Quatá numa verdadeira sala de prática.

A chegada dos participantes foi coroada pela banda Shivaratri, que fez uma apresentação especial antecedendo o evento. Tocaram os mantras clássicos do Yôga em versão eletrônica, proporcionando um ar descontraído inícios antes da prática começar.

Dia do Yôga 2009

O abertura oficial se deu com DeRose anunciando primeiramente os demonstradores de coreografias, que deram um show. Para quem assiste, certamente é difícil imaginar o quanto de treinamento é necessário para se atingir o nível destes profissionais, que parecem flutuar. Ao todo foram quatro apresentações. A primeira a se apresentar foi a instrutora da Unidade Jardins (SP) Virgínia Barbosa. 

Dia do Yôga 2009

 Em seguida tivemos o Diretor da Unidade Perdizes (SP) Anderson Gouveia.

Dia do Yôga 2009

Dia do Yôga 2009

A Diretora da Unidade Sede DeCana da Argentina Yael Barcesat Dia do Yôga 2009

 

Dia do Yôga 2009

 

Dia do Yôga 2009

 

Dia do Yôga 2009

E o instrutor de Curitiba Arthur Costi (veja em breve o vídeo de cada uma delas aqui no seu site de notícias do Yôga).

Dia do Yôga 2009

 

Dia do Yôga 2009

Logo após foram chamados ao palco os instrutores e irmãos Walmir Correa e Gisele Correa para serem os demonstradores oficiais durante toda a aula. 

Dia do Yôga 2009

 

A primeira fileira de praticantes era formada pelos Mestres do SwáSthya Yôga, Presidentes de Federação de diversos Estados e a ex-primeira dama do Estado de São Paulo, Da. Lu Alckmin, também praticante do Método DeRose, que abrilhantou ainda mais o evento com sua presença.

Dia do Yôga 2009

 

Dia do Yôga 2009

Simultaneamente a prática foi transmitida em Portugal, na cidade do Porto, através do sistema de videoconferência, implantdo pela empresa Condex, possibilitando que o evento chegasse também aos praticantes do outro lado do oceano (veja mais de como foi o evento por lá também por este site).

Dia do Yôga 2009

Ao todo foram duas horas de prática, contando com os oito técnicas que formalizam uma aula completa de SwáSthya Yôga.

Dia do Yôga 2009

 

Dia do Yôga 2009 

 

Dia do Yôga 2009

 

No final, o Mestre DeRose agradeceu a equipe organizadora do evento, formada pelos membros do Conselho Administrativo da Rede DeRose, dando-lhes de presente uma edição encadernada do Prontuário do Yôga Antigo, livro que tem um valor inestimável a todos os praticantes de SwáSthya, por ter sido o primeiro a compilar as técnicas de cada uma das partes deste tipo de Yôga.

 

Dia do Yôga 2009

 

Encerrada a aula, DeRose ainda teve fôlego para fazer o lançamento de sua mais nova obra, o livro Programa do Curso Básico, que contém questões sobre o Yôga e é muito usado por aqueles que têm interesse na formação profissional. A nova edição está ainda mais linda e como sempre cheia de detalhes interessantes.

 

Dia do Yôga 2009

 Finalizado o evento, passamos então ao cumprimento oficial de encerramento das práticas: Swásthya!

SwáSthya!

 

Escrito por Cherrine Cardoso

Direção geral – Fávio Moreira

 

Fotógrafo – Fabrício Ferrari

Coordenação editorial – Marina Engler

 

 

Instrutores de SwáSthya Yôga recebem seus certificados na Assembléia Legislativa em São Paulo

Passado um pouco das oito da noite, da sexta-feira 13 de fevereiro, os formandos a instrutores de SwáSthya Yôga de 2008 entram no auditório Franco Montoro na Assembléia Legislativa de São Paulo para sua colação de grau.

Um número aproximado de 40 novos instrutores recebeu das mãos do Mestre DeRose seus certificados expedidos por diversas Universidades do Brasil. Isso formaliza ainda mais a seriedade da formação destes profissionais ao contarem com certificados assinados e expedidos por tantas Universidades e Faculdades reconhecidas e renomadas.

Para quem não conhece exatamente a formação de instrutor de Yôga ela funciona assim: você primeiro passa por um curso intensivo dentro das escolas que tem o Método DeRose. Durante um ano aproximadamente você é treinado para poder prestar sua prova junto a Federação de Yôga do seu Estado e com isso ganha sua autorização para iniciar suas atividades como um instrutor Assistente. A formação completa dura 12 anos. Todo ano você revalida seu certificado sendo avaliado por uma banca examinadora, o que faz com que o instrutor mantenha-se em reciclagem e estudando sempre.

Esta mesma seriedade pôde ser observada pelos pais e convidados dos formandos, que ativamente participaram da colação. Sob o olhar atento dos mesmos, um a um dos formandos eram chamados a mesa receptora, formada por Professores e Mestres ilustres do Método DeRose.

Foi uma cerimônia rápida, porém memorável. Por sua organização, pelos depoimentos emocionados dos instrutores formandos, por ver a felicidade que saltava aos olhos de todos por mais uma conquista.

Logo após a entrega dos certificados, formandos e convidados interagiram no coquetel servido para coroar a noite. Parabéns a todos por mais esta etapa. Parabéns a Federação de Yôga de São Paulo pela organização.

Confira as fotos do evento.

 

Escrito por Cherrine Cardoso